Acho que esse post é razoavelmente diferente dos outros que eu já fiz, mas acho que se encaixa perfeitamente com o nome do blog. Logo, aqui estou eu.
Eu lembro dos meus 14 anos, do Virtual XI e daquela voz. Foram anos ouvindo - a e como escrito no post anterior, o esperar nutria as possíveis esperanças. No último dia 13 veio o acontecimento tão esperado e tão nutrido de expectativas. Estava eu a beira de um abismo, obviamente sem saber, uma vez que as minhas expectativas eram tantas que o que toda a mágica que aquele dia poderia me oferecer era muito menor do que o que eu esperava.
E então eu cai. E seguida da queda passaram - se alguns dias até eu chegar ao chão. Mas, mesmo com toda a altura, agora eu sinto meus pés. Que agora são diferentes e não os mesmos pés de antes.
Eu sempre senti algo especial pelo Blaze. Tentava entender o que ele dizia em todos aqueles cds e agregava para minha vida aquilo que julgava entender. E agora, após o show, a única resposta que o meu coração me oferece é que o que eu sinto por aquela música, que o que eu aprendi com ela e que a magnificência do Blaze são maiores do que eu imaginava, uma vez que após esse show eu me vejo pensando (DE FATO!) sobre algo que eu deveria ter pensado muito antes, mas estava meio que fugindo: O tamanho da minha expectativa sobre as pessoas, as coisas e as situações. Estou muito feliz agora que achei 'o chão pra colocar embaixo do meu pé' e fico feliz em dividir isso com qualquer que seja.
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Esperar;
Nada melhor do que o sentimento de frustração para por tudo no lugar. Não que o que eu sinta agora seja prazeroso, mas estou tentando olhar pro futuro.
Esperar;
Ter esperanças.
Esperar;
Ter esperanças.
Esperar;
Nutrir esperanças.
Nutrir esperanças;
Frustrar - se.
E a vida? É um misto de coisas, boas e ruins, todas baseadas no 'nutrir esperanças'. Pelo menos na minha opinião.
Esperar;
Ter esperanças.
Esperar;
Ter esperanças.
Esperar;
Nutrir esperanças.
Nutrir esperanças;
Frustrar - se.
E a vida? É um misto de coisas, boas e ruins, todas baseadas no 'nutrir esperanças'. Pelo menos na minha opinião.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
It's over...
Cansei das ironias mal feitas, do falso interesse;
Cansei do amor fingido.
Do mundo sobre meus ombros - e das lágrimas sob meus olhos.
Eu dei o meu melhor, eu fiz o meu melhor, mas não é suficiente.
Prometo que vou embora para nunca mais voltar.
P.S: Política pão e circo comigo não funciona.
(Bruna Guidoni do Rosário - 18/02/2007)
Cansei do amor fingido.
Do mundo sobre meus ombros - e das lágrimas sob meus olhos.
Eu dei o meu melhor, eu fiz o meu melhor, mas não é suficiente.
Prometo que vou embora para nunca mais voltar.
P.S: Política pão e circo comigo não funciona.
(Bruna Guidoni do Rosário - 18/02/2007)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Sobre 'tia brut'
Oi. A verdade é que eu não sei por onde começar. Não gosto muito de escrever, sabe, você pensa, pensa, pensa e não escreve nada. Pelo menos comigo é assim, mas vamos lá.
Meu nome é Bruna Guidoni do Rosário, tenho 17, terei 18 dia 12 de abril deste ano. Moro em Vitória, Espírito Santo, um estado localizado no sudeste do país, mas que as pessoas costumam pensar que fica no nordeste, não sei se por ignorância da parte delas ou insignificância por parte do estado. Moro com a minha mãe Luzia (47), minha irmã Ariana (23) e minha cachorra Princesa (8) e, definitivamente, não fui eu quem escolheu esse nome fantástico. Acho que eu gostava mais de morar aqui antes de saber da maravilhosa notícia que recebi na última sexta feira (1º de fevereiro, véspera de carnaval) de que eu não havia passado no vestibular. Mas acredito que dissertar sobre isso será mais interessante para um próximo post.
Devido ao fato desse blog ser algo em conjunto, acho que seria bastante relevante escrever sobre como conheci a Anne e o Renato. A Anne eu conheci quando tinha uns 12 anos de idade, quando fui pela manhã à escola fazer um trabalho. Conversamos um pouco nesse dia, e no ano seguinte eu passei para a turma da manhã, na qual ela estudava. Começamos a conversar bastante, lembro que ela sempre me ligava todos os dias por volta das 18 horas, e para evitar toda aquela coisa, eu começava a falar mole e dizia que ia tomar banho, não gostava muito dela. Hoje isso é bastante diferente, somos muito amigas - não diria irmã porque eu tenho uma péssima relação com a minha – e ela é única pessoa que eu tenho certeza que é para sempre em minha vida (meigo, não?) O Renato conheci ano passado (2007) pelo orkut. Eu usava uma camisa do Drowned no avatar do meu perfil e ele ‘puxou assunto’ falando sobre a banda (papo de metaleiro, hein!), mas hoje em dia nós NUNCA falamos sobre metal, melhor, falamos mais sobre a conduta dos adeptos do estilo, a ‘galera do rock’. Renato é um cara fantástico, como eu já disse uma vez, ‘puro sentimento’, minha relação com ele se aproxima muito da minha com a da Anne, que eu falo que seria ‘sem roupas’, uma maneira de dizer, sem nada a esconder, entende?
Enfim, por hoje é só ;)
Meu nome é Bruna Guidoni do Rosário, tenho 17, terei 18 dia 12 de abril deste ano. Moro em Vitória, Espírito Santo, um estado localizado no sudeste do país, mas que as pessoas costumam pensar que fica no nordeste, não sei se por ignorância da parte delas ou insignificância por parte do estado. Moro com a minha mãe Luzia (47), minha irmã Ariana (23) e minha cachorra Princesa (8) e, definitivamente, não fui eu quem escolheu esse nome fantástico. Acho que eu gostava mais de morar aqui antes de saber da maravilhosa notícia que recebi na última sexta feira (1º de fevereiro, véspera de carnaval) de que eu não havia passado no vestibular. Mas acredito que dissertar sobre isso será mais interessante para um próximo post.
Devido ao fato desse blog ser algo em conjunto, acho que seria bastante relevante escrever sobre como conheci a Anne e o Renato. A Anne eu conheci quando tinha uns 12 anos de idade, quando fui pela manhã à escola fazer um trabalho. Conversamos um pouco nesse dia, e no ano seguinte eu passei para a turma da manhã, na qual ela estudava. Começamos a conversar bastante, lembro que ela sempre me ligava todos os dias por volta das 18 horas, e para evitar toda aquela coisa, eu começava a falar mole e dizia que ia tomar banho, não gostava muito dela. Hoje isso é bastante diferente, somos muito amigas - não diria irmã porque eu tenho uma péssima relação com a minha – e ela é única pessoa que eu tenho certeza que é para sempre em minha vida (meigo, não?) O Renato conheci ano passado (2007) pelo orkut. Eu usava uma camisa do Drowned no avatar do meu perfil e ele ‘puxou assunto’ falando sobre a banda (papo de metaleiro, hein!), mas hoje em dia nós NUNCA falamos sobre metal, melhor, falamos mais sobre a conduta dos adeptos do estilo, a ‘galera do rock’. Renato é um cara fantástico, como eu já disse uma vez, ‘puro sentimento’, minha relação com ele se aproxima muito da minha com a da Anne, que eu falo que seria ‘sem roupas’, uma maneira de dizer, sem nada a esconder, entende?
Enfim, por hoje é só ;)
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